quinta-feira, setembro 28, 2006
domingo, setembro 24, 2006
O monumento
E lá estava ela,
quarta-feira, setembro 13, 2006
Antologia "Poetas do Café" - Vol. 1
Capa e contra-capaOrkut: Café Filosófico "Das Quatro".
CF4
domingo, setembro 10, 2006
Lembrança
Enquanto a hora não chega

Enquanto a hora não chega,
esmigalha o tabaco
com seu velho canivete,
preparando na palha de milho,
o fétido cigarro moído,
embaixo do seu chapéu,
tipo mexicano,
riscando um palito de fósforo,
acendendo e fumegando.
Sentado na cadeira,
onde se balanceia,
com o seu bigode branco
e sua camisa desabotoada.
Com suas pernas finas e fracas,
os pés descalços,
auxiliando o balanço.
Em suas mãos atrapalhadas,
segurando o cigarro,
fumo em corda
e seu canivete,
espera a hora chegar...
Para passear com seu neto
no velho corvette.
Ludiro
13/05/2006
segunda-feira, setembro 04, 2006
Volume 4. Antologia do XIV Congresso Brasileiro de Poesia
Capa e contra-capaXIV Congresso Brasileiro de Poesia
sábado, agosto 19, 2006
Indice da Luz Poética:
Contemplação
Festa dos insetos
Amor...
[A]mando em flor
A garrafa do medo / O comprimido do tédio
Musica
Ballet de princesa
De Poeta para poetas - Por Bacca
Slade XIV CBP
Concurso Carregadores
Artigo sobre literatura
Bailarina das poesias
Entrevista da LC
Metetriz
1º Aniversário da Luz Poética
Alucinação
Poeta anjo // Bailarina
Futuro próximo
Sentença de vida
Vermelho da vida
Irracial
Lágrimas
Volúpia
Favo de mel
Alegria ou locura
Loucura
Sal
Calafrios
Absinto
Um trago
Antenas
Em companhia
O olho do urubu
À flor da pele
Um Ser
Tú teléfono
Conexão
quarta-feira, agosto 16, 2006
Antologia Poemas Dispersos - Volume 2
Poemas Diversos
Organizado por Elenilson Nascimento.
Prefácio por Antonio Naud Júnior.
Texto de Contra-capa por Ludiro:
Entre muros e paredes, sombras e grades, escondem-se as prostitutas palavras, como fantasmas, lendas poéticas, meras almas penadas, entregues por migalhas aos olhos adúlteros e leigos do leitor, à busca perdida, num grotesco mundo onde as imagens se corrompem aos governos abalados e medíocres, e em estabelecimentos de ensino sem incentivo. Por saberem que já tiveram vidas alegres, ocupadas com tantos objetivos certos, sofrem e lutam atrás do que lhes pertencera: os séculos, suas vidas milenares, decididas nas histórias como vencedoras e agora como “vencidas”. E estas malucas palavras, saem em busca de amantes fiéis e indispensáveis que as tratem decente e docemente como eram por seus súditos em realezas, altivadas como rainhas literárias.
O poder destas não findou, mas, preparadas e mais fortes em magias poderosas, esperam o momento certo de entrar em ação e sair do triste vale sombrio de concretos e grades, onde os animais têm formas humanas que buscam a destruição do reino literário: alienados vampiros que sugam a seiva culta e rica de energias filosóficas e culturais, deixando o mundo "caótico” e desprovido da ciência.
Seus momentos estão marcados para serem disseminados nos quatro cantos do planeta, devolvendo o devido lugar das merecidas princesas que aguardam suas coroações como rainhas da imaginação.
Reunidas em “Poemas Dispersos”, fazem suas últimas estratégias de ataque aos corações esquecidos e adormecidos, com unhas e dentes, para a conquista de suas regiões, entrando em marcha contra o seu esquecimento, apodrecimento, ante a mais poderosa batalha poética, ante o discernimento intra-ocular das cabeças crentes na sabedoria, conquistando, ocupando e mantendo o território vago e oculto de massas pensantes, destruindo a ignorância e acendendo um sol poderoso -- a luz poética -- uma arma infalível na ação, a arma intelectual que transporta o cavaleiro leitor aos horizontes, nos quatro cantos do mundo, na dimensão do universo infinito, no qual o raciocínio imaginário pode cavalgar.
Após esta conquista merecida há décadas, o mundo da literatura voltará a ser cultivado, produtivo e rico em imaginações encantadas, com uma colheita de novos frutos alados por desbravados leitores, galopados por seus belos cavalos de porte chamados livro. Os garimpos darão jóias preciosas com um nome em comum chamado poesia!
domingo, agosto 06, 2006
Alma Selvagem
Trancado,
domingo, julho 30, 2006
Desejo II
Preciso envolver-me
Asfixiando-se
Um cigarro,
quinta-feira, julho 27, 2006
Partida

Não dá mais!
A frase
Quero sentir e não acreditar,
Além mar

Meus olhos perdidos,
Sentado à beira da praia ,
Vejo um veleiro
Sendo engolido pelo horizonte.
Com lábios encantados,
Em batom azul,
Céu e mar,
Ouço a mais bela
Música oceânica.
O som do quebrar das ondas
Que avançam molhando meus pés...
Nesta imaginação,
Além mar ,
Onde fico a sonhar
No aperto cardíaco,
Navegando junto ao veleiro
Onde juntamente sou sugado
Pela garganta atlântica ,
Viajando em profundezas
Desconhecidas ,
Aonde minha visão vai,
Sem rumo,
Ao encontro
Da doida realidade!
Ludiro
quinta-feira, junho 29, 2006
Transporte
Que passa
A água sobre sua carcaça,
segunda-feira, junho 12, 2006
Sonhos
Transbordam
Cata-ventos
Circundantes,
Perfume
Há vários odores,



