terça-feira, março 06, 2007

Entrevista da Literatura Clandestina ao poeta Ludiro.

O POETA L-U-D-I-R-O BUSCA UM VERBO IMORREDOURO PARA DEVOLVER AO MUNDO DOS VIVOS OS OSSOS DO PASSADO, DOTANDO-OS DE CARNE E VOZ
Por Elenilson Nascimento


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2 comentários:

Conceição Bernardino disse...

Olá,

Povo

Ò povo que trais sem saber
O corpo que cansada da luta não
Pode ver

Ò néscio que não tiveste
Quem a ti te ensinasse
A andar.

Ò triste que caminhas com os
Pés dos outros,
Sem saber no que estás a pisar!

Poema da autoria de LILIANA BARRETO do LIVRO POISEIS II

Desejo-te uma bela semana, na companhia deste belo poema que encantou os sentidos.

Beijinhos ConceiçãoB
http://amanhecer-palavrasousadas.blogspot.com

cristiane de Ângelo disse...

Poeta Ludiro um marco na história da poesia. um talento merecidamente destacado. Parabéns a Literatura Clandestina que teve o felling de perceber tão minuciosamente o poder da escrita que tem esse poeta. Bjs de sol!